ESG e Agibank


ESG: o que é e por que o Agibank valoriza tanto essa sigla

Recentemente, o gigante fundo soberano norueguês Norges Bank Investment Management – que possui mais de US$ 1 trilhão em investimentos – rejeitou grandes empresas brasileiras em suas políticas de investimentos, em razão de práticas que ferem ou negligenciam o meio ambiente. O investidor norueguês não foi o único: fundos americanos, ingleses e holandeses já haviam excluído empresas por motivos ligados a questões de sustentabilidade.

Até pouco tempo atrás, esse termo, sustentabilidade, estava conectado de forma mais forte ao tema meio ambiente, mas isso vem mudando rapidamente dada a importância que o tripé ESG (Meio Ambiente, Responsabilidade Social e Governança Corporativa, na sigla em inglês) vem ganhando.

Aqui no Brasil, temos o ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial), elaborado e publicado pela nossa própria bolsa de valores, a B3 – Brasil, Bolsa e Balcão. Diversos investidores (e cada vez mais!) têm pautado seus investimentos com base nesse índice, ou seja, se a empresa entra neste ranking, ganha investidores e tem acesso a recursos mais baratos. Da mesma forma, se estava nessa relação e acaba saindo, perde investidores e, por consequência, valor de mercado. Para fazer parte deste seleto grupo, uma empresa deve responder a um rígido questionário, colocando evidências de sua atuação nas três frentes de sustentabilidade ESG.

ESG e Agibank

Aqui no Agibank, trabalhamos guiados pelo nosso propósito de tornar o dia a dia das pessoas melhor. Queremos ser um verdadeiro parceiro do cliente, acolhendo sua necessidade e proporcionando que tenha uma vida financeira mais tranquila. Olhando esses norteadores, fica clara a conexão entre o que nos move e o tripé ESG. Por isso, estamos atuando cada vez mais orientados por essas três letras. Trata-se de um caminho ainda a ser percorrido, mas o que atingimos até agora já nos orgulha e motiva a seguir em frente.

Nossa conta digital já trouxe aos clientes uma economia de mais de R$ 217 milhões em TEDs, tarifas e saques que eles não precisaram pagar. A esse número se soma uma economia de R$ 236 milhões em parcelas, resultado da nossa contínua queda na taxa média de juros nas operações de empréstimo desde 2019. Juntos, esses R$ 453 milhões representam oportunidade para que os clientes organizem melhor suas finanças e façam uso da economia gerada no seu dia a dia.

Para nós, tão importante quanto oferecer produtos e serviços simples e acessíveis é oportunizar aos clientes uma melhor relação com o dinheiro e com o mundo cada dia mais digital onde vivemos. Isso porque uma parte considerável do nosso mercado endereçável é composta por imigrantes digitais, com experiência limitada em serviços financeiros e mais de 50 anos de idade. Pensando nisso, adotamos como nossas causas alfabetizar financeiramente e digitalizar nossos clientes. É assim que esperamos gerar um círculo virtuoso: produtos mais justos fazem clientes mais conscientes e independentes que fazem produtos ainda mais justos. O desafio é grande, mas os resultados já estão aparecendo: nosso índice de uso de canais digitais no público 50+ é de 45%, frente a uma média global de 8% nesse indicador. E a melhor parte: os clientes estão reconhecendo nosso empenho e parceria. Nosso NPS (Net Promoter Score, indicador que mede a satisfação dos clientes) nesse recorte de público atingiu a nota 80 no mês de junho.

Além de obcecados pelos clientes, somos muito dedicados ao nosso público interno. Nosso modelo ágil proporciona horizonte de crescimento e espaço para o intraempreendedorismo dos nossos colaboradores. Outro ponto importante é a busca por diversidade e igualdade de oportunidades. Um dado que nos orgulha muito nesse sentido é o percentual de mulheres no quadro: 73%, bem como o percentual de gestoras: 66% do total de líderes. Pautas como racismo e direitos LGBTQ+ são constantes e construídas sempre com a participação de colaboradores que se identificam com essas temáticas.

Em termos de governança, o banco conta com diversos comitês. Formados por especialistas, eles orientam a gestão do Agibank em temas específicos, como: clientes, produtos, gestão de pessoas, conduta e ética, ativos e passivos, crédito e tecnologia da informação. Agora, um comitê específico para o tema ESG está sendo estruturado. Tudo isso para viabilizar que o banco seja rentável, próspero e eficiente – portanto, sustentável financeiramente para cumprir sua missão.

Para saber mais sobre o que temos feito neste tema, acesse o site de Relações com Investidores (www.agibank.com.br/ri) ou entre em contato com o nosso time pelo e-mail ri@agibank.com.br.

Felipe Gaspar Oliveira

Investor Relations & ESG